Whoa! Not being a pychologist almost had me and my blog!
É, o mundo está em crise, eu também estou e por isso resolvi falar, não sobre o mundo, mas sobre a própria crise.
Eu disse que não abandonaria esse espaço onde tenho o prazer de escrever muitas coisas. Este blog nunca foi como os outros – feitos para dar notícias, ou algo assim – nunca tive regularidade para com as coisas que escrevi por aqui, mas dessa vez foi tempo demais. Isso tudo se deve à tal crise pela qual estou passando.
Primeira coisa: O que é crise?
- Crise é o momento o qual representa um pedido de mudança, não para algo melhor ou pior, mas simplesmente para o diferente. Essa não é a definição do dicionário, essa é a minha forma de ver uma crise. Continuando… Crise ainda pode ser simplificada para uma simples frase. “Crise é o momento que antecede a mudança”. (Essa frase, apesar de estar entre aspas, é minha)
Quando passamos por algo difícil, dizem as religiões com um outro nome que é provação; é para que nós sejamos diferentes e que nos adaptemos a uma nova forma de vida, por isso, mesmo que sejam difíceis, as provações são necessárias e boas.
É. Esse é um ponto interessante! Afinal, toda vez que o ser humano se vê à margem de um problema, por assim dizer, ele sofre, se “humaniza” e se adapta, ou não. Como eu mencionei no meu último texto, eu tinha um certo ceticismo, mas agora me vejo diferente assim como ao mundo. Eu vejo dois lados do homem, afinal desde o começo, o homem é bem dual. Desenvolve sua inteligência para no fim se tornar um ser destrutivo com relação até mesmo a si próprio. Isso, então, pode ser chamado de inteligência? Pode. Afinal, esse mesmo homem que destrói, cria novas tecnologias para nos darmos bem nesse ambiente em que vivemos! Portanto, o ser humano é um ser triste, mas belo.
Essa crise econômica toda precede um outro momento, uma mudança de pólos, afinal são os EUA que estão ruindo. E engraçado, essa nação foi a mais rápida ao subir no poder e a mais rápida para cair também. O mundo inteiro sofre, óbvio, pois dependemos desses sujeitos que se dizem americanos(esquecendo-se, porém, que não são os únicos do continente), ou melhor dizendo, estadunidenses. Eu não vou entrar na fria de chutar o novo império que tomará tudo das mãos deles, sei apenas que não somos nós, os brasileiros. No fim das contas, o que eu quis dizer é que a situação está ruim, mas vai mudar, não para melhor, ou pior, mas para o diferente(ou seja, somente digo que o próximo império será OUTRO).
Há, no momento uma outra crise acontecendo. Essa é comigo. Como vocês sabem, eu saí do curso de psicologia, mas isso não significa que estou vivendo num mar de flores. Significa apenas que eu fiz uma escolha de mudar e agora vou sofrendo as consequências desses meus atos. Por enquanto são pequenas, como eu ter que ler vários livros de vestibular, ter que estudar assuntos de colégio de novo para concorrer por uma cadeira na universidade que eu me propus a fazer. A crise me mostra que o mundo é assustador lá fora e eu estou com medo agora, para poder enfrentá-lo no futuro com as minhas armas que serão diferentes.
ps: Quando comecei a escrever esse post, pensei que tomaria outro rumo. Comecei-o antes do ano novo, e pensava em uma crise minha em um campo diferente desse que expus, mas assim como se foi o ano de 2008 e veio o de 2009, eu larguei alguns medos e ganhei umas energias.
Ah, feliz ano novo a todos! Espero que tenham ocorrido mudanças tão boas quanto as que ocorreram comigo.